
Dando razão à máxima que afirma ser necessário o domínio das regras antes de romper com elas, a banda demonstrou, no final de um show repleto do non-sense tipicamente vanguardista, que também tem pleno controle dos elementos mais clássicos, tradicionais e/ou palatáveis do jazz: os dois últimos números ficaram no meio do caminho do bebop e do hard bop e, no bis, o quarteto quase levou a platéia a chacoalhar num extraordinário avant-funk.
A performance dos estadunidenses fez parte da Mostra SESC de Artes, que segue até o dia 18 de outubro.
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